quinta-feira, 24 de junho de 2010
INSONIA
Mais um dia que se finda. Mais uma noite é chegada. Já é tarde. Um pouco mais de meia noite. O sono não vem. Deitar é perca de tempo. A experiência nos diz. Na tv a mudança de canal é constante. Nada que seja atraente. Parece um ritual. Agora é uma hora da manhã. O sono ainda não veio. A cidade está dormindo. Ouso som de um latido. Passos na calçada. O miado de um gato no telhado. Novamente o silêncio La fora. Dentro só o som baixo da televisão. Já são duas horas. O sono ainda não veio. Hora de atacar a geladeira. Mesmo andando de vagar e suave. Meus passos produzem enormes sons. Uma maçã saboreei. Não por fome ter. Para quietar a inquietação. De volta ao meu trono. Retomo minha rotina. São três horas da manhã. O sono ainda não veio. De igual forma chegamos com sucesso. As quatro e por fim às cinco da manhã. O galo já cantou varias vezes. O som mais comum é o TIC TAC do relógio. Ouso os primeiros passos. Trabalhadores rumo ao batente. Os primeiros carros passando na rua. A vida começa acordar. Bem, eu estou vivo e ainda não dormi. Acho que não verei o sol nascer. Estarei dormindo. Pelo menos um pouquinho antes de também pegar o batente. A noite é finda novo dia é chegado. Como vampiro ou zumbi. Sem muita ansiedade. Tenho hora marcada. Para mas uma noitada.
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